Estacionamento de evento tem duas horas de pico e um operador com o celular na mão, em pé, no escuro. Sistema para essa situação não é sistema de escritório: o alvo tem que ser grande, a busca tem que achar pelo que a pessoa tiver na mão, e nada pode depender de teclado.
O caixa é um PDV touch-first que roda em smartphone, tablet ou desktop. A busca aceita QR, número do prisma ou placa. A cobrança sai por maquininha, dinheiro ou PIX, imprime recibo e dispara o pedido de saída do veículo. Operador entra por login próprio, separado do resto da intranet — quem trabalha na guarita não precisa ver o financeiro da casa.
Do lado administrativo há caixas, operadores, configuração, relatórios e o acompanhamento de picos, que é o número que decide quantas pessoas escalar na próxima data.
O módulo foi construído em fases, e a primeira delas foi uma página de spikes: cada risco técnico validado isoladamente antes de existir migration ou tela definitiva. É mais lento no começo e é o que evita descobrir na noite do evento que a impressora não fala com o tablet. Faz parte da Intranet Espaço Taal e tem PWA próprio, instalável no aparelho do operador.